Filtro de Daltonismo

Guia de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
e de Higiene

Macroprocesso de Saúde Ocupacional

📝 Neste Guia, a Divisão de Segurança e Medicina do Trabalho (DSMT), vinculada à Superintendência de Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho (SGSST), da Coordenadoria Geral de Gestão de Pessoas (CGGP) do Centro Paula Souza (CPS).

💻 Navegue pelo menu abaixo para consultar o passo a passo e demais informações referentes a EPI na instituição.

📧 Em caso de dúvida, entre em contato conosco: epi@cps.sp.gov.br.

Informações gerais

Os EPis e equipamentos de higiene são todos dispositivos ou produtos, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinados a proteção contra riscos capazes de ameaçar a sua saúde e segurança.

No Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT) e no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), elaborado pela empresa terceirizada de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), quando identificado risco para o trabalhador durante a realização das suas atividades, este risco será apontado, bem como os EPIs necessários para sua proteção.

Na aba abaixo, encontram-se as orientações sobre EPIs e equipamentos de higiene, listados em ordem alfabética. Cabe à unidade consultar seu LTCAT e orientar seus colaboradores sobre quais EPIs devem ser verificados nesta listagem, bem como aqueles que deverão ser utilizados durante suas atividades laborais.

Estas orientações se fundamentam na necessidade em estabelecer procedimentos para orientar os trabalhadores do Centro Paula Souza (CPS), que praticam atividades ocupacionais em laboratórios e/ou ambientes com risco, quanto a compra, treinamento, entrega, ficha de entrega e reposição dos EPIs e equipamento de higiene.

Os procedimentos aqui elencados seguem as determinações da Norma Regulamentadora nº 06 (NR-6) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A importância do uso do EPI

 O uso adequado dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é fundamental. 

Para o dirigente, garantir o fornecimento, orientação e fiscalização do uso dos EPIs demonstra responsabilidade, cumpre a legislação e protege a integridade de sua equipe, reduzindo riscos, acidentes e passivos trabalhistas.

Para o trabalhador, utilizar corretamente o EPI significa preservar sua própria saúde e segurança, prevenindo lesões, doenças ocupacionais e situações que possam comprometer sua vida. 

Assim, o compromisso conjunto com o uso dos EPIs fortalece a cultura de prevenção e assegura um ambiente laboral mais seguro para todos.

Onde encontrar seu Epi

Informações específicas

Atribuições:

  • Tomar ciência do contido nas abas internas da aba “Procedimentos”;
  • Definir responsabilidades do Chefe de Serviço Administrativo e Financeiro
  • e/ou Coordenador do Curso sobre o assunto;
  • Indicar entre o Chefe de Serviço Administrativo e Financeiro e/ou o Coordenador de Curso, quem responsabilizar-se-á pelo controle e administração do treinamento, entrega e registros dos EPIs ou equipamentos de higiene;
  • Administrar situações de perdas ou mau uso dos EPIs e equipamentos de higiene pelo agentes públicos.
  • Acompanhar todo processo envolvendo EPIs ou equipamentos de higiene, da Unidade de Ensino.

Atribuições:​

Tomar ciência do contido nas abas internas da aba “Procedimentos”.​

COMPRA – Com a implementação da Lei nº 14.133/2021 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos) os EPIs serão adquiridos através de licitação e distribuídos às Unidades que necessitam do Equipamento. ​

LICITAÇÃO – Deverá aguardar orientações da DSMT e após isso, preencher a quantidade do EPI ou equipamentos de higiene no sistema SIAF (Sistema Integrado Administrativo e Financeiro).

OBSERVAÇÃO –  Para preenchimento do SIAF clique e tenha acesso ao tutorial da Coordenadoria Geral de Administração e Finanças(CGAF).​

A administração central do CPS, efetuará a compra por lote e os EPIs ou equipamentos de higiene serão enviados diretamente para a Unidade, para providências quanto a treinamento, certificado e Ficha de EPI. ​

ATENÇÃO – Na quantidade informada deverá ser considerado 30% a mais para estoque, troca e reposição imediata, devido à quebra, perda ou desgaste natural.

Só deverão ser realizadas compras de EPIs com certificado de aprovação (CA) e dentro da validade. A validade do CA pode ser verificado no site ministério do trabalho e emprego(​MTE).

Para aquisição dos Equipamentos de higiene, (exemplos mascaras descartáveis e luvas) devem ser consideradas as orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estar dentro da validade. 

ATENÇAO – Caso o EPI necessário não esteja contemplado em licitação, solicitamos que entre em contato conosco através do e-mail: epi@cps.sp.gov.br.

SE RESPONSÁVEL PELO GERENCIAMENTO DOS EPIS OU EQUIPAMENTOS DE HIGIENE (conforme indicação do Dirigente da unidade):​

  1. Orientar quanto a realização do treinamento aos agentes públicos que necessitam dos EPIs ou equipamentos de higiene;​
  2. Administrar a entrega dos EPIs ou equipamentos de higiene;​
  3. Receber a Declaração do Treinamento de EPIs ou equipamentos de higiene dos trabalhadores envolvidos;​
    ATENÇÃO – Será emitida uma declaração por EPI ou equipamento de higiene.​
  4. Preencher a FICHA DE CONTROLE DE ENTREGA DE EPI E EQUIPAMENTO DE HIGIENE, para ter acesso a ficha (clique aqui);​
    ATENÇÃO – Será emitida uma ficha por agentes públicos, mesmo que com múltiplos EPIs e equipamentos de higiene.​
  5. Colher a assinatura dos agentes públicos que receberam os EPIs ou equipamentos de higiene na FICHA DE CONTROLE DE ENTREGA DE EPI E EQUIPAMENTO DE HIGIENE;​
  6. Atuar em conjunto com Coordenador de Curso para garantir o cumprimento da utilização dos EPIs ou equipamentos de higiene, por todos os agentes públicos expostos;​
  7. Orientar quanto ao descarte correto dos EPIs ou equipamentos de higiene, seguindo as orientações do fabricante;​
  8. Realizar a troca e devolução dos EPIs ou equipamentos de higiene ;​
  9. Anexar a documentação ao processo de vida funcional do agente publico.​
    ATENÇÃO – O não atendimento as especificações aqui elencadas, estão sujeitas a sanções previstas no REDEPS e regimento interno das Etecs e Fatecs.

Atribuições:

  • Tomar ciência do contido nas abas internas da aba “Procedimentos”;
  • Fiscalizar e garantir a utilização de forma correta dos EPIs ou equipamentos de higiene, por todos os agentes públicos expostos.
  • SE RESPONSÁVEL PELO GERENCIAMENTO DOS EPIS OU EQUIPAMENTOS DE HIGIENE (conforme indicação do Dirigente da unidade):

  1. Orientar quanto a realização do treinamento aos agentes públicos que necessitam dos EPIs ou equipamentos de higiene;​
  2. Administrar a entrega dos EPIs ou equipamentos de higiene;​
  3. Receber a Declaração do Treinamento de EPIs ou equipamentos de higiene dos trabalhadores envolvidos;​
    ATENÇÃO – Será emitida uma declaração por EPI ou equipamento de higiene.
  4. Preencher a ficha de controle de entrega de EPI e equipamento de higiene;​
    ATENÇÃO – Será emitida uma ficha por agentes públicos, mesmo que com múltiplos EPIs e equipamentos de higiene.​
  5. Colher a assinatura dos agentes públicos que receberam os EPIs ou equipamentos de higiene na FICHA DE CONTROLE DE ENTREGA DE EPI E EQUIPAMENTO DE HIGIENE;​
  6. Atuar em conjunto com chefe de serviço administrativo e financeiro para garantir o cumprimento da utilização dos EPIs ou equipamentos de higiene, por todos os agentes públicos expostos;​
  7. Orientar quanto ao descarte correto dos EPIs ou equipamentos de higiene, seguindo as orientações do fabricante;​
  8. Realizar a troca e devolução dos EPIs ou equipamentos de higiene ;​
  9. Anexar a documentação ao processo de vida funcional do agente publico.​
    ATENÇÃO – O não atendimento as especificações aqui elencadas, estão sujeitas a sanções previstas no REDEPS e regimento interno das Etecs e Fatecs.

Atribuições:

  1. Tomar ciência do contido nas abas internas da aba “Procedimentos”;
  2. Realizar o Treinamento do EPI e/ou equipamento de higiene disponibilizado neste site;
    ATENÇÃO – Deverá ser realizado: Sempre que o ambiente de realização das atividades laborais necessite de EPIs ou equipamento de higiene, conforme identificação nos laudos elaborados pela empresa e SST. Sempre que houver o recebimento de um EPIs ou equipamento de higiene.
  3. Emitir e assinar a Declaração do Treinamento do EPI ou equipamento de higiene;
    ATENÇÃO – Será emitida uma declaração por EPI ou equipamento de higiene.
  4. Entregar a Declaração do Treinamento ao Coordenador do Curso ou Chefe de serviço administrativo e financeiro(conforme designação do dirigente da unidade) para comprovar que está apto a receber e utilizar de forma correta o EPI ou equipamento de higiene;
  5. Retirar o EPI ou equipamento de higiene junto ao Coordenador do Curso ou Chefe de serviço administrativo e financeiro (conforme designação do dirigente da unidade) ;
  6. Assinar a ficha de controle de entrega de EPI e equipamento de higiene;​
    ATENÇÃO – Será emitida uma ficha por agente publico, mesmo que com múltiplos EPIs e equipamentos de higiene.
  7. Utilizar obrigatoriamente de forma correta os EPIs ou equipamentos de higiene;
  8. Armazenar corretamente os EPIs ou equipamentos de higiene seguindo o treinamento e as recomendações do fabricante;
  9. 9.Conservar os EPIs ou equipamentos de higiene entregues, para evitar perda e prolongar sua a vida útil;
  10. 10.Solicitar a troca imediata dos EPIs ou equipamentos de higiene quando necessário.
    ATENÇÃO – O não atendimento as especificações aqui elencadas, estão sujeitas a sanções previstas no REDEPS e regimento interno das Etecs e Fatecs.

Atribuições:

  1. Tomar ciência do contido nas abas internas da aba “Procedimentos”;
  2. Realizar o Treinamento do EPI e/ou equipamento de higiene disponibilizado neste site;
    ATENÇÃO – Deverá ser realizado sempre que o ambiente de realização das atividades laborais necessite de EPIs ou equipamento de higiene, conforme identificação nos laudos elaborados pela empresa de SST. Sempre que houver o recebimento de um EPIs ou equipamento de higiene.
  3. Emitir e assinar a Declaração do Treinamento do EPI ou equipamento de higiene;
    ATENÇÃO – Será emitida uma declaração por EPI ou equipamento de higiene.
  4. Entregar a Declaração do Treinamento ao Coordenador do Curso ou Chefe de serviço administrativo e financeiro(conforme designação do dirigente da unidade) para comprovar que está apto a receber e utilizar de forma correta o EPI ou equipamento de higiene;
  5. Retirar o EPI ou equipamento de higiene junto ao Coordenador do Curso ou Chefe de serviço administrativo e financeiro (conforme designação do dirigente da unidade) ;
  6. Assinar a ficha de controle de entrega de EPI e equipamento de higiene;​
    ATENÇÃO – Será emitida uma ficha por agente publico, mesmo que com múltiplos EPIs e equipamentos de higiene.
  7. Utilizar obrigatoriamente de forma correta os EPIs ou equipamentos de higiene;
  8. Armazenar corretamente os EPIs ou equipamentos de higiene seguindo o treinamento e as recomendações do fabricante;
  9. Conservar os EPIs ou equipamentos de higiene entregues, para evitar perda e prolongar sua a vida útil;
  10. Solicitar a troca imediata dos EPIs ou equipamentos de higiene quando necessário.
    ATENÇÃO – O não atendimento as especificações aqui elencadas, estão sujeitas a sanções previstas no REDEPS e regimento interno das Etecs e Fatecs.

Atribuições:

  1. Tomar ciência do contido nas abas internas da aba “Procedimentos”;
  2. Realizar o Treinamento do EPI e/ou equipamento de higiene disponibilizado neste site; ATENÇÃO – Deverá ser realizado sempre que o ambiente de realização das atividades laborais necessite de EPIs ou equipamento de higiene, conforme identificação nos laudos elaborados pela empresa de SST. Sempre que houver o recebimento de um EPIs ou equipamento de higiene.
  3. Emitir e assinar a Declaração do Treinamento do EPI ou equipamento de higiene;
    ATENÇÃO – Será emitida uma declaração por EPI ou equipamento de higiene.
  4. Entregar a Declaração do Treinamento ao Coordenador do Curso ou Chefe de serviço administrativo e financeiro(conforme designação do dirigente da unidade) para comprovar que está apto a receber e utilizar de forma correta o EPI ou equipamento de higiene;
  5. Retirar o EPI ou equipamento de higiene junto ao Coordenador do Curso ou Chefe de serviço administrativo e financeiro (conforme designação do dirigente da unidade) ;
  6. Assinar a ficha de controle de entrega de EPI e equipamento de higiene;​
    ATENÇÃO – Será emitida uma ficha por agente publico, mesmo que com múltiplos EPIs e equipamentos de higiene.
  7. Utilizar obrigatoriamente de forma correta os EPIs ou equipamentos de higiene;
  8. Armazenar corretamente os EPIs ou equipamentos de higiene seguindo o treinamento e as recomendações do fabricante;
  9. Conservar os EPIs ou equipamentos de higiene entregues, para evitar perda e prolongar sua a vida útil;
  10. Solicitar a troca imediata dos EPIs ou equipamentos de higiene quando necessário.
    ATENÇÃO – O não atendimento as especificações aqui elencadas, estão sujeitas a sanções previstas no REDEPS e regimento interno das Etecs e Fatecs.

COMPRA – Com a implementação da Lei nº 14.133/2021 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos) os EPIs serão adquiridos através de licitação e distribuídos às Unidades que necessitam do Equipamento. ​

LICITAÇÃO – Deverá aguardar orientações da DSMT e após isso, preencher a quantidade do EPI ou equipamentos de higiene no sistema SIAF(Sistema Integrado Administrativo e Financeiro); ​

OBSERVAÇÃO –  Para preenchimento do SIAF clique e tenha acesso ao tutorial da Coordenadoria Geral de Administração e Finanças(CGAF).​

A administração central do CPS, efetuará a compra por lote e os EPIs ou equipamentos de higiene serão enviados diretamente para a Unidade, para providências quanto a treinamento, certificado e Ficha de EPI. ​

ATENÇÃO – Na quantidade informada deverá ser considerado 30% a mais para estoque, troca e reposição imediata, devido à quebra, perda ou desgaste natural.

Só deverão ser realizadas compras de EPIs com certificado de aprovação (CA) e dentro da validade. A validade do CA pode ser verificado no site ministério do trabalho e emprego(​MTE).

Para aquisição dos Equipamentos de higiene –(ex: Mascaras descartáveis, luvas  devem ser consideradas as orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa e estar dentro da validade. ​
ATENÇAO – Caso o EPI necessário não esteja contemplado em licitação, solicitamos que entre em contato conosco através do e-mail: epi@cps.sp.gov.br.

OBSERVAÇÃO – Além do treinamento específico para o EPI ou equipamento de higiene, os profissionais que executam atividades relacionadas à área elétrica devem realizar o treinamento previsto na NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade.

  • Obrigatório para ministração de aulas ou realização de atividades em ambientes de risco, indicados no LTCAT;
  • Realizados antes do recebimento do EPI ou equipamento de higiene;
  • Seguir as orientações presentes na aba “Público-alvo” de acordo com sua atuação na Unidade;
  • NÃO será avaliativo;
  • NÃO será emitido certificado;
  • Será emitida Declaração do Treinamento, que deverá ser assinada e entregue no momento da retirada do EPI ou equipamento de higiene;
    ATENÇÃO – Será emitida uma declaração por EPI ou equipamento de higiene.
  • Deverá ser realizado sempre que for indicado pelo responsável pelos EPIs na Unidade, o que acontecerá quando houver:
    ⨀ alteração no objeto da realização do primeiro treinamento;
    ⨀ atribuição de aulas cujo EPI ou equipamento de higiene seja diferente do já realizado;
    ⨀ alteração de laboratório e/ou local de suas atividades;
    ⨀ alteração do EPI ou equipamento de higiene necessário para realização da atividade;
  • Após se certificar de que está compreendido no público-alvo, verifique qual seu EPI ou equipamento de higiene, acesse o vídeo referente e realize seu treinamento presente desta pagina.

ATENÇÃO – Não é permitida iniciação das atividades que envolvam riscos sem o treinamento e consequentemente sem o recebimento do EPI ou equipamento de higiene conforme estabelecido pelo MTE.

  • O responsável pelo processo será designado pelo Dirigente da Unidade o qual deverá seguir as instruções estabelecidas na aba “Público-Alvo” de acordo com sua atuação na Unidade;
  • Cabe ao Agente Público exposto ao risco, após sinalizado pelo responsável por EPI, acessar a aba “Público-Alvo” e seguir as orientações de acordo com sua atuação na Unidade, e tomar ciência do contido na aba acima “treinamento (obrigatório)”;
  • Os EPIs ou equipamentos de higiene entregues aos trabalhadores deverão ser registrados imediatamente, pelo responsável pelo processo que fará a entrega, substituição ou reposição e preenchimento da ficha de controle de entrega de EPI e equipamento de higiene;​
  • O responsável pelo processo será designado pelo Dirigente da Unidade que deverá seguir as instruções estabelecidas na aba “Público-Alvo” de acordo com sua atuação na Unidade;
  • Cabe ao Agente Público exposto ao risco após receber o treinamento, acessar a aba “Público-Alvo” e seguir as orientações de acordo com sua atuação na Unidade;
  • Deverá ser devidamente preenchida, atualizada, assinada e anexada ao processo de vida funcional do Agente Público, junto à Declaração de Treinamento;
  • Motivos de atualização (entrega, reposição ou devolução):
    • Afastamento definitivo das aulas (devolução);
    • Rescisão de contrato (devolução);
    • Reposição decorrente de deterioração;
    • Reposição decorrente da quebra.
  • O responsável pelo processo de EPI será designado pelo Dirigente da Unidade que deverá seguir as instruções estabelecidas na aba “Público-Alvo” de acordo com sua atuação na Unidade;
  • Cabe ao Agente Público exposto ao risco acessar a aba “Público-Alvo” e seguir as orientações de acordo com sua atuação na Unidade;
  • Motivos de Reposição:
    • Deterioração natural;
    • Quebra;
    • Perda.
  • Situações de perdas ou mau uso constantes deverão ser analisadas pelo Dirigente da unidade;
  • Deverá ser devidamente apontado na ficha de controle de entrega de EPI e equipamento de higiene o motivo da reposição.

ATENÇÃO – O não atendimento as especificações aqui elencadas, estão sujeitas a sanções previstas no REDEPS e regimento interno das Etecs e Fatecs.

  • Após o uso pelo tempo de vida útil ou a quebra de cada EPI ou equipamento de higiene, o Agente Público deverá apresentar o item na Unidade, para comprovação do desgaste e posteriormente seu descarte e/ou troca, quando necessária;
  • O responsável pelo processo será designado pelo Dirigente da Unidade que deverá seguir as instruções estabelecidas na aba “Público-Alvo” de acordo com sua atuação na Unidade;
  • Cabe ao Agente Público exposto ao risco acessar a aba “Público-Alvo” e seguir as orientações de acordo com sua atuação na Unidade;
  • Situações de perdas ou mau uso constantes deverão ser analisadas pelo Dirigente da Unidade ;
  • Deverá ser devidamente apontada na ficha de controle de entrega de EPI e equipamento de higiene o motivo da devolução;
  • O descarte deverá seguir as orientações do fabricante.

ATENÇÃO – O não atendimento as especificações aqui elencadas, estão sujeitas a sanções previstas no REDEPS e regimento interno das Etecs e Fatecs.

Treinamentos dos EPIs e Equipamentos de Higiene

1. Apresentação do EPI
O avental de malha de aço é confeccionado com anéis de aço inoxidável interligados, formando uma malha metálica resistente e flexível. É projetado para oferecer elevada proteção contra cortes e perfurações causadas por objetos cortantes. Possui sistema de ajuste com tiras ou correias, permitindo adequada fixação ao corpo do usuário.

1. Apresentação do EPI
O avental de malha de aço é confeccionado com anéis de aço inoxidável interligados, formando uma malha metálica resistente e flexível. É projetado para oferecer elevada proteção contra cortes e perfurações causadas por objetos cortantes. Possui sistema de ajuste com tiras ou correias, permitindo adequada fixação ao corpo do usuário.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Cortes provocados por facas e lâminas
    • Perfurações por objetos pontiagudos
    • Lesões durante atividades de desossa e manipulação de alimentos
    • Acidentes com ferramentas cortantes em ambientes industriais
  1. Grupos de Exposição Similar (GES)
    • Açougueiros e magarefes
    • Trabalhadores de frigoríficos
    • Profissionais de cozinhas industriais
    • Trabalhadores da indústria alimentícia
  1. Restrições de uso
    • Não oferece proteção contra impactos
    • Não protege contra calor, chamas ou superfícies aquecidas
    • Não é indicado para proteção contra produtos químicos ou agentes biológicos
    • Não substitui outros EPIs necessários à atividade

3. Instruções de uso

  • Vestir o avental sobre a roupa de trabalho, ajustando corretamente as tiras
  • Garantir cobertura adequada do tronco e regiões expostas ao risco
  • Certificar-se de que o avental está devidamente fixado ao corpo
  • Utilizar durante toda a execução da atividade
  • Utilizar em conjunto com outros EPIs recomendados, quando aplicável

4. Inspeção

  • Verificar a integridade da malha metálica (anéis rompidos ou deformados)
  • Avaliar as condições das tiras ou correias de fixação
  • Observar sinais de desgaste excessivo
  • Substituir imediatamente em caso de danos que comprometam a proteção

5. Higienização, guarda e conservação

  • Realizar a limpeza com água e detergente neutro
  • Enxaguar adequadamente e remover resíduos
  • Secar completamente antes de guardar
  • Armazenar em local limpo, seco e arejado
  • Evitar contato com substâncias corrosivas

Avental de raspa sem manga tipo “Açougueiro” (Soldador), com ou sem emenda, confeccionado em raspa de couro bovino, com tira em raspa no pescoço para fixação, tiras laterais em raspa para fixação e ajuste do avental.

Avental de raspa sem manga tipo “Açougueiro” (Soldador), com ou sem emenda, confeccionado em raspa de couro bovino, com tira em raspa no pescoço para fixação, tiras laterais em raspa para fixação e ajuste do avental.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O avental descartável tipo TNT (tecido não tecido) é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção do tronco e membros superiores contra respingos leves, poeiras, partículas não agressivas e sujidades diversas. É confeccionado em material leve, geralmente polipropileno, podendo ter gramaturas variadas conforme a necessidade, com fechamento por tiras, elásticos ou botões, e modelo de uso único.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O avental descartável tipo TNT (tecido não tecido) é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção do tronco e membros superiores contra respingos leves, poeiras, partículas não agressivas e sujidades diversas. É confeccionado em material leve, geralmente polipropileno, podendo ter gramaturas variadas conforme a necessidade, com fechamento por tiras, elásticos ou botões, e modelo de uso único.

2. Aplicabilidade

  1. a. Riscos a serem mitigados
    • Sujidades leves e partículas não agressivas.
    • Respingo de líquidos não perigosos.
    • Proteção básica em atividades de higiene, manipulação simples ou apoio operacional.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Equipes de limpeza e serviços gerais.
    • Trabalhadores de apoio em setores administrativos e laboratoriais (sem risco químico).
    • Profissionais que atuam em áreas com poeira leve ou manipulação de materiais não agressivos.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar como proteção química ou contra agentes agressivos.
    • Utilizar em áreas com riscos biológicos somente se forem indicados para uso hospitalar.
    • Não utilizar quando houver rasgos, perfurações ou perda de integridade.
    • Não reutilizar: uso único e descarte após atividade.

3. Instruções de uso

  • Vestir o avental certificando-se de que está devidamente ajustado ao tronco.
  • Amarrar ou fixar as tiras traseiras para evitar abertura durante a atividade.
  • Substituir imediatamente caso rasgue ou se molhe excessivamente.

4. Inspeção

  • Verificar integridade do material (ausência de rasgos e furos).
  • Checar costuras ou soldas laterais.
  • Confirmar funcionamento adequado de tiras, elásticos ou botões.

5. Higienização, guarda e conservação

  • EPI de uso único: descartar após a utilização conforme rotina da instituição.
  • Armazenar as unidades novas em local limpo e protegido de umidade.
  • Evitar contato com superfícies sujas antes do uso.

Avental de segurança confeccionado em PVC com forro de poliéster ou em trevira, com tiras soldadas eletronicamente sendo uma no pescoço e duas na cintura com fivela plástica para fechamento.

Avental de segurança confeccionado em PVC com forro de poliéster ou em trevira, com tiras soldadas eletronicamente sendo uma no pescoço e duas na cintura com fivela plástica para fechamento.

1. Apresentação do EPI
O boné de segurança com casquete é um Equipamento de Proteção Individual projetado para proteção da cabeça contra impactos leves. É composto por uma estrutura interna rígida (casquete), geralmente em material plástico de alta resistência, e uma cobertura externa em tecido, proporcionando conforto e aparência semelhante a um boné convencional. Possui ajuste para melhor fixação à cabeça do usuário.

1. Apresentação do EPI
O boné de segurança com casquete é um Equipamento de Proteção Individual projetado para proteção da cabeça contra impactos leves. É composto por uma estrutura interna rígida (casquete), geralmente em material plástico de alta resistência, e uma cobertura externa em tecido, proporcionando conforto e aparência semelhante a um boné convencional. Possui ajuste para melhor fixação à cabeça do usuário.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Impactos leves contra objetos fixos
    • Pequenas quedas de objetos sem grande energia
    • Contusões superficiais na região da cabeça
  2. Grupos de Exposição Similar (GES)
    • Trabalhadores de manutenção
    • Profissionais de logística e armazenagem
    • Operadores em áreas com risco de impacto leve
    • Visitantes em áreas industriais controladas
  3. Restrições de uso
    • Não substitui o capacete de segurança
    • Não deve ser utilizado em atividades com risco de queda de objetos pesados
    • Não oferece proteção contra choques elétricos
    • Não protege contra calor, chamas ou agentes químicos

3. Instruções de uso

  • Ajustar o boné à cabeça do usuário, garantindo firmeza e conforto
  • Certificar-se de que o casquete interno está corretamente posicionado
  • Utilizar sempre com a aba voltada para frente, salvo orientação específica
  • Não utilizar o EPI sem o casquete interno
  • Utilizar durante toda a execução da atividade

4. Inspeção

  • Verificar a integridade do casquete interno (trincas, deformações)
  • Avaliar o estado do tecido externo
  • Conferir o sistema de ajuste
  • Substituir em caso de danos que comprometam a proteção

5. Higienização, guarda e conservação

  • Evitar exposição prolongada ao sol e calor excessivo
  • Realizar limpeza com pano úmido e sabão neutro
  • Não utilizar produtos químicos agressivos
  • Secar à sombra
  • Armazenar em local limpo, seco e arejado

Bota impermeável, cano médio, preta ou branca, de uso profissional, confeccionada em policloreto de vinila (PVC), injetada, com alta resistência e solado de ótima aderência e estabilidade. Protege os pés do usuário contra riscos de natureza leve. Oferece proteção contra agentes abrasivos e escoriantes. Evita a umidade proveniente de operações com uso de água. Resiste ao escorregamento em piso de cerâmica contaminado detergente e/ou óleo combustível.

Bota impermeável, cano médio, preta ou branca, de uso profissional, confeccionada em policloreto de vinila (PVC), injetada, com alta resistência e solado de ótima aderência e estabilidade. Protege os pés do usuário contra riscos de natureza leve. Oferece proteção contra agentes abrasivos e escoriantes. Evita a umidade proveniente de operações com uso de água. Resiste ao escorregamento em piso de cerâmica contaminado detergente e/ou óleo combustível.

Bota em couro macio e tratado para alta durabilidade, com solado macio e biqueira, com sola em borracha antiderrapante colada e costurada., com ajuste em cadarços, cano médio. Palmilha para absorção de impacto na área do salto. Calçado ocupacional de uso profissional.

Bota em couro macio e tratado para alta durabilidade, com solado macio e biqueira, com sola em borracha antiderrapante colada e costurada., com ajuste em cadarços, cano médio. Palmilha para absorção de impacto na área do salto. Calçado ocupacional de uso profissional.

Calçado ocupacional, tipo botina, com fechamento em elástico nas laterais, confeccionado em couro curtido ao cromo na cor preta, palmilha de montagem em TNT – Tecido não tecido resinado, costurada pelo processo strobel, forro da gáspea e forro lateral em tecido. Solado em poliuretano bidensidade, injetado diretamente ao cabedal na cor preta com absorção de energia no salto, biqueira em polipropileno para conformação da gáspea.

Calçado ocupacional, tipo botina, com fechamento em elástico nas laterais, confeccionado em couro curtido ao cromo na cor preta, palmilha de montagem em TNT – Tecido não tecido resinado, costurada pelo processo strobel, forro da gáspea e forro lateral em tecido. Solado em poliuretano bidensidade, injetado diretamente ao cabedal na cor preta com absorção de energia no salto, biqueira em polipropileno para conformação da gáspea.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O capacete dielétrico é um EPI destinado à proteção contra impactos e contato acidental com partes energizadas. É fabricado em material não condutor, com casco rígido, suspensão interna com carneira ajustável e, quando aplicável, jugular.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O capacete dielétrico é um EPI destinado à proteção contra impactos e contato acidental com partes energizadas. É fabricado em material não condutor, com casco rígido, suspensão interna com carneira ajustável e, quando aplicável, jugular.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Contato acidental com superfícies energizadas.
    • Arcos elétricos (em conjunto com demais EPIs específicos).
    • Impactos por objetos que possam atingir a cabeça.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Eletricistas de manutenção e operação.
    • Técnicos de redes, distribuição e subestações.
    • Equipes de automação e instrumentação em ambientes energizados.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar sem CA válido ou fora da classe dielétrica indicada.
    • Não substitui proteção facial ou vestimentas para arco elétrico.
    • Não utilizar capacete com fissuras, deformações ou contaminantes químicos.

3. Instruções de uso

  • Ajustar suspensão e carneira corretamente.
  • Verificar CA e classe dielétrica antes do uso.
  • Não perfurar o casco nem instalar acessórios não homologados.

4. Inspeção

  • Casco sem trincas, cortes ou deformações.
  • Suspensão íntegra, com elasticidade e pontos de fixação firmes.
  • Jugular, presilhas e acessórios em bom estado.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Limpar com pano úmido e sabão neutro.
  • Secar à sombra e armazenar em local limpo e seco.
  • Evitar exposição prolongada ao sol e ao calor excessivo.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O capuz de fuga para abelha é um Equipamento de Proteção Individual desenvolvido para proporcionar proteção imediata ao trabalhador em situações de ataque de abelhas ou enxames. Geralmente confeccionado em tecido resistente, com tela de visibilidade frontal e fechamento elástico ou ajustável, permitindo rápida colocação e cobertura total da cabeça e pescoço.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O capuz de fuga para abelha é um Equipamento de Proteção Individual desenvolvido para proporcionar proteção imediata ao trabalhador em situações de ataque de abelhas ou enxames. Geralmente confeccionado em tecido resistente, com tela de visibilidade frontal e fechamento elástico ou ajustável, permitindo rápida colocação e cobertura total da cabeça e pescoço.

2. Aplicabilidade

  1. a. Riscos a serem mitigados
    • Ataques repentinos de abelhas ou enxames.
    • Picadas na região da cabeça, rosto e pescoço.
    • Risco de múltiplas ferroadas durante fuga.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Trabalhadores de manutenção em áreas externas.
    • Equipes de poda, jardinagem e limpeza de áreas verdes.
    • Profissionais expostos a ambientes arborizados ou locais com histórico de enxames.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar como substituto de vestimenta completa apiária em atividades de manejo de abelhas.
    • Não utilizar quando apresentar rasgos, furos ou falhas na vedação.
    • Não utilizar quando o visor estiver danificado ou prejudicando a visibilidade.

3. Instruções de uso

  • Colocar imediatamente ao identificar presença de abelhas agressivas.
  • Ajustar o fechamento inferior para evitar entrada de insetos.
  • Manter o visor limpo para garantir boa visibilidade durante a fuga.

4. Inspeção

  • Verificar costuras e ausência de rasgos.
  • Verificar integridade da tela frontal.
  • Conferir elásticos ou ajustes de fechamento.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Limpar com pano úmido e sabão neutro.
  • Secar à sombra e evitar dobrar o visor.
  • Armazenar em local seco, protegido de insetos e umidade.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O cinturão lombar é um Equipamento de Proteção Individual utilizado como suporte adicional à região lombar, auxiliando na estabilização da coluna durante atividades que envolvem movimentação de cargas ou esforços repetitivos. É confeccionado em material resistente, com faixas elásticas ajustáveis, barbatanas de sustentação e sistema de velcro para fixação.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O cinturão lombar é um Equipamento de Proteção Individual utilizado como suporte adicional à região lombar, auxiliando na estabilização da coluna durante atividades que envolvem movimentação de cargas ou esforços repetitivos. É confeccionado em material resistente, com faixas elásticas ajustáveis, barbatanas de sustentação e sistema de velcro para fixação.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Sobrecarga lombar durante levantamento e movimentação de materiais.
    • Posturas inadequadas que aumentem a pressão na coluna.
    • Esforços repetitivos que possam gerar desconforto ou fadiga na região lombar.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Trabalhadores de almoxarifado e logística.
    • Equipes de carregamento, descarga e movimentação manual de cargas.
    • Profissionais de manutenção que realizem levantamento ocasional de peças ou equipamentos.
  3. Restrições de uso
    • Não substitui técnicas corretas de levantamento de carga.
    • Não utilizar como tratamento de dores lombares sem orientação médica.
    • Não utilizar quando apresentar danos nas faixas elásticas ou sistema de fixação.

3. Instruções de uso

  • Ajustar o cinturão de modo firme, sem causar desconforto ou limitar a respiração.
  • Posicionar a faixa central exatamente sobre a região lombar.
  • Puxar e fixar as abas de reforço elástico antes de iniciar a atividade.

4. Inspeção

  • Verificar desgaste das faixas elásticas.
  • Checar o estado das costuras e das barbatanas internas.
  • Avaliar funcionamento das fitas de velcro.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Lavar com água fria e sabão neutro, conforme orientações do fabricante.
  • Secar à sombra e evitar fontes de calor.
  • Guardar em local limpo e seco, longe de umidade.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O conjunto de proteção para eletricidade (NR-10) é composto por vestimenta específica para atividades em instalações elétricas, desenvolvida para proteção contra riscos provenientes de arco elétrico, calor incidente e queimaduras. É confeccionado em tecido retardante à chama (FR), com gramatura e nível de proteção compatíveis ao ATPV requerido pela análise de risco. Pode incluir jaleco, calça, jaqueta, capuz, balaclava e acessórios termo resistentes.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O conjunto de proteção para eletricidade (NR-10) é composto por vestimenta específica para atividades em instalações elétricas, desenvolvida para proteção contra riscos provenientes de arco elétrico, calor incidente e queimaduras. É confeccionado em tecido retardante à chama (FR), com gramatura e nível de proteção compatíveis ao ATPV requerido pela análise de risco. Pode incluir jaleco, calça, jaqueta, capuz, balaclava e acessórios termo resistentes.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Exposição ao arco elétrico.
    • Queimaduras térmicas provenientes de calor incidente.
    • Contato acidental com superfícies superaquecidas.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Eletricistas de manutenção e operação.
    • Técnicos de instrumentação e automação em áreas energizadas.
    • Profissionais que atuam em painéis, subestações e centros de distribuição.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar vestimenta danificada, rasgada ou com perda de propriedades FR.
    • Não utilizar vestimentas sintéticas comuns por baixo do conjunto FR.
    • Não substituir outros EPIs exigidos para risco elétrico (luvas isolantes, capacete dielétrico, protetor facial etc.).

3. Instruções de uso

  • Vestir o conjunto completo conforme definido na APR (análise preliminar de riscos) ou procedimento de segurança.
  • Ajustar punhos, colarinho e fechamento frontal para evitar abertura durante um possível arco elétrico.
  • Evitar óleos, graxas e solventes sobre a vestimenta, pois podem comprometer a proteção térmica.

4. Inspeção

  • Verificar rasgos, desgaste do tecido e falhas nas costuras.
  • Checar funcionamento de botões, velcros e zíperes.
  • Certificar-se de que os níveis de ATPV permanecem legíveis na etiqueta.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Lavar conforme instruções do fabricante, evitando produtos que removam as propriedades FR.
  • Secar à sombra para preservar o tecido.
  • Armazenar dobrado em local seco, limpo e protegido de contaminantes e calor excessivo.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O conjunto hidro‑repelente é um Equipamento de Proteção Individual destinado a proteger o trabalhador contra umidade, respingos de água, chuvas intensas e névoas úmidas. Normalmente confeccionado em tecido impermeável ou com tratamento hidro-repelente, pode incluir casaco, calça, capuz e botas integradas ou combinadas. O material costuma ser PVC, poliuretano ou tecidos especiais laminados, com costuras seladas para impedir infiltração.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O conjunto hidro‑repelente é um Equipamento de Proteção Individual destinado a proteger o trabalhador contra umidade, respingos de água, chuvas intensas e névoas úmidas. Normalmente confeccionado em tecido impermeável ou com tratamento hidro-repelente, pode incluir casaco, calça, capuz e botas integradas ou combinadas. O material costuma ser PVC, poliuretano ou tecidos especiais laminados, com costuras seladas para impedir infiltração.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Umidade excessiva e risco de adoecimento por exposição prolongada à água.
    • Contaminação superficial por respingos de líquidos não agressivos.
    • Desconforto térmico e perda de eficiência operacional por roupas molhadas.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Trabalhadores de limpeza externa e varrição.
    • Equipes de manutenção em ambientes abertos.
    • Profissionais em áreas com umidade elevada, lavagem, irrigação ou chuva.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar como proteção química (não substitui vestimenta para produtos perigosos).
    • Não utilizar quando houver rasgos ou perda da impermeabilidade.
    • Não expor o conjunto a fontes de calor que possam derreter o material.

3. Instruções de uso

  • Vestir o conjunto completo garantindo o fechamento integral de zíperes, botões e velcros.
  • Ajustar punhos, tornozelos e capuz para evitar entrada de água.
  • Utilizar botas impermeáveis combinadas quando necessário.

4. Inspeção

  • Verificar se há rasgos, furos ou desgaste no tecido.
  • Checar a integridade de costuras e selagens.
  • Confirmar fechamento adequado de zíperes e velcros.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Lavar com pano úmido ou água e sabão neutro.
  • Secar à sombra e não expor ao sol intenso para evitar degradação.
  • Armazenar em local seco, arejado e longe de fontes de calor.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O colete ergonômico lombar é um Equipamento de Proteção Individual projetado para auxiliar na estabilização da coluna, melhorar a postura e reduzir a sobrecarga lombar durante atividades que exigem movimentação de cargas ou permanência prolongada em posturas estáticas. É confeccionado em tecido resistente, com faixas elásticas de compressão, reforços estruturais, ajustes laterais e fechamento em velcro.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O colete ergonômico lombar é um Equipamento de Proteção Individual projetado para auxiliar na estabilização da coluna, melhorar a postura e reduzir a sobrecarga lombar durante atividades que exigem movimentação de cargas ou permanência prolongada em posturas estáticas. É confeccionado em tecido resistente, com faixas elásticas de compressão, reforços estruturais, ajustes laterais e fechamento em velcro.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Fadiga muscular na região lombar.
    • Sobrecarga durante levantamento e transporte manual de cargas.
    • Posturas inadequadas que possam aumentar o risco de dores lombares.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Trabalhadores de logística e almoxarifado.
    • Equipes de carga, descarga e transporte de materiais.
    • Profissionais que permanecem longos períodos em postura inclinada ou em esforços repetitivos.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar como equipamento terapêutico sem orientação de profissional de saúde.
    • Não substituir técnicas adequadas de ergonomia e levantamento seguro.
    • Não usar quando houver desgaste excessivo, rasgos ou falhas no velcro e ajustes.

3. Instruções de uso

  • Vestir o colete de modo que fique confortável e bem ajustado ao tronco.
  • Fixar o velcro principal e ajustar as faixas de compressão lateral conforme necessidade.
  • Certificar-se de que o colete não limite movimentos essenciais para a atividade.

4. Inspeção

  • Verificar costuras, reforços e integridade do tecido.
  • Avaliar o estado das faixas elásticas e ajustes laterais.
  • Checar a aderência e funcionamento do sistema de velcro.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Lavar conforme instruções do fabricante, preferencialmente à mão com sabão neutro.
  • Secar à sombra e evitar exposição direta ao sol ou altas temperaturas.
  • Armazenar em local limpo, seco e arejado.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O colete salva‑vidas é um Equipamento de Proteção Individual projetado para garantir flutuação e manter as vias aéreas do usuário fora da água em situações de risco de afogamento. É confeccionado em material flutuante (espuma ou inflável), revestimento resistente à água, tiras de ajuste, fechos de segurança e, quando aplicável, apito e faixas refletivas. Deve ter a devida certificação da Marinha do Brasil, por meio da Diretoria de Portos e Costas (DPC).

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O colete salva‑vidas é um Equipamento de Proteção Individual projetado para garantir flutuação e manter as vias aéreas do usuário fora da água em situações de risco de afogamento. É confeccionado em material flutuante (espuma ou inflável), revestimento resistente à água, tiras de ajuste, fechos de segurança e, quando aplicável, apito e faixas refletivas. Deve ter a devida certificação da Marinha do Brasil, por meio da Diretoria de Portos e Costas (DPC).

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Risco de afogamento em atividades aquáticas.
    • Queda acidental em corpos d’água.
    • Impacto com correntezas ou instabilidade durante navegação.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Trabalhadores embarcados (barcos, balsas, plataformas flutuantes).
    • Equipes de manutenção em áreas ribeirinhas ou portuárias.
    • Profissionais que realizam atividades próximas a represas, lagos ou rios.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar colete com espuma deformada ou câmaras infláveis danificadas.
    • Não usar em atividades para as quais o tipo de colete não é homologado.
    • Não substituir outros dispositivos de salvamento exigidos no ambiente de trabalho.

3. Instruções de uso

  • Vestir o colete ajustando firmemente todas as tiras e fechos.
  • Certificar‑se de que o modelo é adequado à massa corporal do usuário.
  • Verificar presença e integridade de apito e faixas refletivas para emergência.

4. Inspeção

  • Verificar integridade das espumas e ausência de fissuras.
  • Checar costuras, tiras e fechos.
  • Confirmar que as faixas refletivas estão fixas e visíveis.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Lavar com água corrente e sabão neutro após uso.
  • Secar à sombra para preservar o material flutuante.
  • Guardar em local seco, arejado e protegido de calor excessivo.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O creme protetor polivalente de segurança é um Equipamento de Proteção Individual utilizado para proteção da pele contra agentes agressivos, conforme classificação em grupos. Deve ser aplicado diretamente na pele limpa e seca, formando uma película protetora. Pode ser resistente a água, óleos, tintas, poeiras e agentes químicos de baixa agressividade, dependendo do grupo indicado.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O creme protetor polivalente de segurança é um Equipamento de Proteção Individual utilizado para proteção da pele contra agentes agressivos, conforme classificação em grupos. Deve ser aplicado diretamente na pele limpa e seca, formando uma película protetora. Pode ser resistente a água, óleos, tintas, poeiras e agentes químicos de baixa agressividade, dependendo do grupo indicado.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Contato com agentes químicos de baixa agressividade.
    • Contato com óleos, graxas e hidrocarbonetos leves.
    • Contato com água, umidade e detergentes.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Trabalhadores de manutenção e mecânica.
    • Profissionais de limpeza e serviços gerais.
    • Operadores de máquinas, laboratórios e áreas com agentes irritantes.
  3. Restrições de uso
    • Não substituir luvas ou outros EPIs obrigatórios.
    • Não aplicar sobre pele lesionada.
    • Não utilizar como proteção contra agentes químicos agressivos ou corrosivos.

3. Instruções de uso

  • Aplicar na pele limpa e seca antes de iniciar a atividade.
  • Espalhar uniformemente até completa absorção.
  • Reaplicar após lavagem das mãos ou conforme orientação do fabricante.

4. Inspeção

  • Verificar validade e integridade da embalagem.
  • Observar mudanças de cor, odor ou consistência.
  • Checar as indicações no rótulo do produto.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Manter a embalagem fechada para evitar contaminação.
  • Guardar em local fresco, limpo e protegido do sol.
  • Não reutilizar embalagens vazias.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A luva aluminizada é um Equipamento de Proteção Individual projetado para proteção térmica das mãos contra calor radiante, respingo de metais quentes e altas temperaturas provenientes de fornos, fundições e processos térmicos pesados. É confeccionada em tecido aluminizado refletivo, com camadas internas de isolamento térmico (como feltro, lã tratada ou aramida), e pode incluir reforços na palma e punhos longos para proteção adicional.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A luva aluminizada é um Equipamento de Proteção Individual projetado para proteção térmica das mãos contra calor radiante, respingo de metais quentes e altas temperaturas provenientes de fornos, fundições e processos térmicos pesados. É confeccionada em tecido aluminizado refletivo, com camadas internas de isolamento térmico (como feltro, lã tratada ou aramida), e pode incluir reforços na palma e punhos longos para proteção adicional.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Exposição a calor radiante intenso.
    • Risco de respingos de metais aquecidos.
    • Contato próximo a fontes térmicas de alta temperatura.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Trabalhadores de fundição e siderurgia.
    • Equipes de operação de fornos industriais.
    • Profissionais de manutenção em áreas com fontes térmicas intensas.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar em contato direto e prolongado com metais líquidos.
    • Não utilizar quando houver rasgos ou perda do acabamento aluminizado.
    • Não substituir outros EPIs específicos para arco elétrico ou calor extremo.

3. Instruções de uso

  • Certificar-se de que as luvas estejam devidamente ajustadas às mãos.
  • Evitar umidade, pois pode reduzir o desempenho térmico.
  • Sempre utilizar em conjunto com outros EPIs exigidos, como avental e mangotes aluminizados se aplicável.

4. Inspeção

  • Verificar desgaste do material aluminizado.
  • Checar costuras, reforços e punhos.
  • Confirmar que não há delaminação ou perda de refletividade.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Limpar com pano seco ou levemente úmido, evitando imersão em água.
  • Não utilizar produtos abrasivos que danifiquem a camada aluminizada.
  • Armazenar em local seco, protegido de poeira e calor excessivo.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A luva de aramida é um Equipamento de Proteção Individual desenvolvido para proteção térmica das mãos, suportando temperaturas de até 250°C. É confeccionada em fibras de aramida (como Kevlar®), podendo ter forro interno, reforços na palma e punho alongado. Possui boa resistência mecânica e térmica, adequada para manuseio de objetos quentes.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A luva de aramida é um Equipamento de Proteção Individual desenvolvido para proteção térmica das mãos, suportando temperaturas de até 250°C. É confeccionada em fibras de aramida (como Kevlar®), podendo ter forro interno, reforços na palma e punho alongado. Possui boa resistência mecânica e térmica, adequada para manuseio de objetos quentes.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Contato com superfícies quentes até 250°C.
    • Risco de queimaduras durante manipulação de peças aquecidas.
    • Exposição a calor radiante moderado.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Trabalhadores de manutenção industrial.
    • Profissionais de cozinhas industriais e panificação.
    • Operadores de máquinas e processos térmicos.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar para proteção contra chamas diretas ou respingos de metais fundidos.
    • Não utilizar quando apresentar desgaste, furos ou fibras soltas.
    • Não substituir outros EPIs exigidos para riscos térmicos específicos.

3. Instruções de uso

  • Vestir as luvas com as mãos secas e limpas para melhor aderência.
  • Certificar-se de que o tamanho é adequado ao usuário.
  • Evitar contato prolongado com fontes de calor extremas.

4. Inspeção

  • Verificar desgaste, fios soltos ou queimaduras no tecido.
  • Checar integridade das costuras e reforços da palma.
  • Confirmar que não há endurecimento ou perda de flexibilidade do material.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Lavar conforme instruções do fabricante, preferencialmente com sabão neutro.
  • Secar à sombra para evitar danos térmicos ao material.
  • Guardar em local seco e limpo, protegido de umidade e sujeira.

Luva para procedimento não cirúrgico confeccionada em látex, texturizada e antiderrapante, ambidestra, não estéril, com ou sem pó. Podendo ser de outro material, caso servidor tenha alergia a látex.

Luva para procedimento não cirúrgico confeccionada em látex, texturizada e antiderrapante, ambidestra, não estéril, com ou sem pó. Podendo ser de outro material, caso servidor tenha alergia a látex.

Luvas fabricadas em látex natural ou nitrílica, forradas internamente com flocos de algodão e acabamento antiderrapante na palma, face palmar dos dedos e pontas dos dedos para manuseio seguro de objetos, formato anatômico, com punho com virola.

Luvas fabricadas em látex natural ou nitrílica, forradas internamente com flocos de algodão e acabamento antiderrapante na palma, face palmar dos dedos e pontas dos dedos para manuseio seguro de objetos, formato anatômico, com punho com virola.

Luva de segurança confeccionada em malha de aço inoxidável, fios, anéis e pulseira em malha aço inox para fechamento e ajuste no punho, cinco dedos. Tamanhos EPP, EP, P, M, G e GG.

Luva de segurança confeccionada em malha de aço inoxidável, fios, anéis e pulseira em malha aço inox para fechamento e ajuste no punho, cinco dedos. Tamanhos EPP, EP, P, M, G e GG.

Utilizada para proteção das mãos em trabalhos profissionais utilizados com solda. Indicada para atividades com solda para garantir a excelência e segurança no trabalho. Tem um cano curto ou longo com reforço interno. Luvas que possuem tamanho único para qualquer mão adulta e confecção em couro.

Utilizada para proteção das mãos em trabalhos profissionais utilizados com solda. Indicada para atividades com solda para garantir a excelência e segurança no trabalho. Tem um cano curto ou longo com reforço interno. Luvas que possuem tamanho único para qualquer mão adulta e confecção em couro.

Descrição:
Luvas Cirúrgicas 100% látex natural, estéreis, prevenindo a entrada de microrganismos patogênicos ao contato com líquidos e fluídos contaminados, indicada para utilização em hospitais, clínicas e demais locais por médicos, enfermeiros, auxiliares etc., onde há necessidade de proteção do usuário contra riscos biológicos.

Descrição:
Luvas Cirúrgicas 100% látex natural, estéreis, prevenindo a entrada de microrganismos patogênicos ao contato com líquidos e fluídos contaminados, indicada para utilização em hospitais, clínicas e demais locais por médicos, enfermeiros, auxiliares etc., onde há necessidade de proteção do usuário contra riscos biológicos.

Descrição:
Luva de segurança confeccionada em suporte têxtil de algodão, revestimento externo em policloreto de vinila (PVC) e acabamento antiderrapante tipo areia, na região palmar, ponta dos dedos e dorso.

Descrição:
Luva de segurança confeccionada em suporte têxtil de algodão, revestimento externo em policloreto de vinila (PVC) e acabamento antiderrapante tipo areia, na região palmar, ponta dos dedos e dorso.

Luva de segurança confeccionada em borracha nitrílica ou PVC, clorinada, com ou sem revestimento interno, antiderrapante na palma, face palmar dos dedos e pontas dos dedos. Boa proteção contra bases, óleos, solventes, e produtos químicos, excelente resistência a perfurações, abrasões e cortes.

Luva de segurança confeccionada em borracha nitrílica ou PVC, clorinada, com ou sem revestimento interno, antiderrapante na palma, face palmar dos dedos e pontas dos dedos. Boa proteção contra bases, óleos, solventes, e produtos químicos, excelente resistência a perfurações, abrasões e cortes.

Luva de borracha sintética com a maior resistência à permeação de gás ou vapor. Ideal para uso em cetonas, ésteres e com ácidos altamente corrosivos. Possui maior resistência no manuseio de substâncias tóxicas. Flexíveis e uniforme, mesmo em baixas temperaturas. A palma com textura antiderrapante extra proporcionando uma maior aderência.

Luva de borracha sintética com a maior resistência à permeação de gás ou vapor. Ideal para uso em cetonas, ésteres e com ácidos altamente corrosivos. Possui maior resistência no manuseio de substâncias tóxicas. Flexíveis e uniforme, mesmo em baixas temperaturas. A palma com textura antiderrapante extra proporcionando uma maior aderência.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A luva de raspa cano longo é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção das mãos e antebraços contra riscos mecânicos, abrasão, cortes leves, impacto por partículas e respingos quentes de soldagem. É confeccionada em couro bovino tipo raspa, com reforço interno e costuras resistentes em fio de algodão ou aramida. O cano longo oferece proteção adicional ao antebraço.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A luva de raspa cano longo é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção das mãos e antebraços contra riscos mecânicos, abrasão, cortes leves, impacto por partículas e respingos quentes de soldagem. É confeccionada em couro bovino tipo raspa, com reforço interno e costuras resistentes em fio de algodão ou aramida. O cano longo oferece proteção adicional ao antebraço.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Riscos mecânicos: abrasão, atrito, contato com superfícies ásperas.
    • Respingo de solda e pequenas partículas incandescentes.
    • Contato com superfícies quentes de baixa intensidade.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Soldadores e auxiliares de solda.
    • Trabalhadores de manutenção mecânica.
    • Operadores de esmeril, lixamento e corte metálico.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar para proteção térmica extrema ou fornos.
    • Não utilizar quando houver rasgos, endurecimento excessivo ou costuras rompidas.
    • Não substituir EPIs específicos para produtos químicos ou altas temperaturas.

3. Instruções de uso

  • Vestir as luvas com as mãos limpas e secas.
  • Certificar-se de que o cano longo cobre totalmente o antebraço.
  • Utilizar em conjunto com avental, mangotes e demais EPIs quando necessário.

4. Inspeção

  • Verificar desgaste, rasgos e ressecamento do couro.
  • Checar costuras e reforços internos.
  • Confirmar flexibilidade adequada do material.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Remover sujeira com escova macia e pano seco.
  • Não molhar a luva; evitar contato com óleo ou solventes.
  • Armazenar em local seco, ventilado e protegido do sol.

Descrição:
Luva de segurança isolante de borracha, Tipo II, classe 00, com etiqueta bege localizada no dorso da luva próxima à orla, tensão máxima de uso: 500 volts.

Descrição:
Luva de segurança isolante de borracha, Tipo II, classe 00, com etiqueta bege localizada no dorso da luva próxima à orla, tensão máxima de uso: 500 volts.

Descrição:
Luva de segurança confeccionada em borracha nitrílica, clorinada, com ou sem revestimento interno, antiderrapante na palma, face palmar dos dedos e pontas dos dedos. Boa proteção contra bases, óleos, solventes, e produtos químicos, excelente resistência a perfurações, abrasões e cortes.

Descrição:
Luva de segurança confeccionada em borracha nitrílica, clorinada, com ou sem revestimento interno, antiderrapante na palma, face palmar dos dedos e pontas dos dedos. Boa proteção contra bases, óleos, solventes, e produtos químicos, excelente resistência a perfurações, abrasões e cortes.

Tipo de Compra: Licitação

Luva de segurança, confeccionada em fibra de poliéster e grafatex de algodão quatro fios com tratamento retardante a chamas e repelente a água.  Costuras em para-aramida nos comprimentos podendo ser de 35cm, 45cm ou 60cm. Modelos podendo variar de 2 ou 5 dedos.

Luva de segurança, confeccionada em fibra de poliéster e grafatex de algodão quatro fios com tratamento retardante a chamas e repelente a água.  Costuras em para-aramida nos comprimentos podendo ser de 35cm, 45cm ou 60cm. Modelos podendo variar de 2 ou 5 dedos.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A manga isolante dielétrica é um Equipamento de Proteção Individual destinado a complementar a proteção contra choques elétricos, cobrindo braço e antebraço do trabalhador em atividades com proximidade ou contato acidental com partes energizadas. É confeccionada em borracha isolante específica para uso elétrico (dielétrica), com espessura e classe de tensão compatíveis com a atividade, podendo incluir acabamento texturizado para aderência e extremidades com design que facilite o ajuste junto às luvas isolantes.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A manga isolante dielétrica é um Equipamento de Proteção Individual destinado a complementar a proteção contra choques elétricos, cobrindo braço e antebraço do trabalhador em atividades com proximidade ou contato acidental com partes energizadas. É confeccionada em borracha isolante específica para uso elétrico (dielétrica), com espessura e classe de tensão compatíveis com a atividade, podendo incluir acabamento texturizado para aderência e extremidades com design que facilite o ajuste junto às luvas isolantes.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Contato acidental com partes energizadas em baixa ou média tensão.
    • Aproximação de condutores expostos durante manobras e intervenções elétricas.
    • Falhas de isolamento de roupas comuns na região do antebraço.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Eletricistas de manutenção e operação (predial, industrial e utilidades).
    • Equipes de inspeção, teste e comissionamento em painéis energizados.
    • Trabalhadores que executam atividades em zonas controladas conforme NR-10.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar sem certificação/CA válido e sem identificação clara da classe de tensão.
    • Não substitui a luva isolante de borracha (uso é complementar, e não alternativo).
    • Não utilizar quando houver cortes, fissuras, deformações, endurecimento ou contaminação por óleos/solventes.
    • Evitar o uso com acessórios metálicos expostos (relógios, pulseiras) que possam comprometer a isolação.

3. Instruções de uso

  • Selecionar a classe dielétrica adequada de acordo com a tensão de trabalho definida na APR (análise preliminar de riscos) /procedimento.
  • Vestir a manga sobre o braço/antebraço de forma que sobreponha o punho da luva isolante, eliminando folgas/exposições.
  • Ajustar o posicionamento para não restringir movimentos e manter a cobertura contínua durante toda a tarefa.
  • Utilizar em conjunto com demais EPIs para trabalho elétrico (luvas isolantes, capacete dielétrico, protetor facial/face shield para arco elétrico e vestimenta FR com ATPV adequado).

4. Inspeção

  • Inspeção visual antes de cada uso: verificar cortes, rachaduras, deformações, bolhas e zonas esbranquiçadas (fadiga).
  • Verificar legibilidade das marcações (fabricante, data, classe/tensão, CA).
  • Checar limpeza e ausência de contaminantes que possam reduzir a resistência dielétrica (óleos, graxas, solventes).
  • Realizar ensaios elétricos periódicos conforme procedimento interno e orientação do fabricante.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Limpar com pano macio, água e sabão neutro; não utilizar solventes ou abrasivos.
  • Secar à sombra, em temperatura ambiente; não utilizar calor direto.
  • Armazenar estendida ou em embalagem apropriada, protegida de luz solar direta, ozônio, calor e objetos pontiagudos.
  • Evitar dobras acentuadas que provoquem marcas permanentes e degradação do material.

Mangote de segurança tricotado em grafatex de fibra de aramida e algodão, podendo ser também de fios de Kevlar, fechamento em elástico e/ou velcro. Comprimento – 30 cm, 35 cm, 40 cm, 45 cm, 50 cm, 55 cm e 60 cm.

Mangote de segurança tricotado em grafatex de fibra de aramida e algodão, podendo ser também de fios de Kevlar, fechamento em elástico e/ou velcro. Comprimento – 30 cm, 35 cm, 40 cm, 45 cm, 50 cm, 55 cm e 60 cm.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O mangote anticorte é um Equipamento de Proteção Individual projetado para proteger o braço e o antebraço contra cortes, abrasão e riscos mecânicos diversos. É confeccionado geralmente em fibras sintéticas de alta resistência (como aramida, HPPE, Kevlar® ou misturas técnicas), podendo incluir reforços, tecido tramado especial, elasticidade para melhor ajuste e, em alguns modelos, proteção térmica leve.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O mangote anticorte é um Equipamento de Proteção Individual projetado para proteger o braço e o antebraço contra cortes, abrasão e riscos mecânicos diversos. É confeccionado geralmente em fibras sintéticas de alta resistência (como aramida, HPPE, Kevlar® ou misturas técnicas), podendo incluir reforços, tecido tramado especial, elasticidade para melhor ajuste e, em alguns modelos, proteção térmica leve.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Cortes por objetos afiados, chapas, lâminas e bordas cortantes.
    • Abrasão e atrito em superfícies rugosas.
    • Impactos leves ou contato com rebarbas metálicas.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Trabalhadores de manutenção mecânica.
    • Profissionais de metalurgia e usinagem.
    • Operadores de corte, rebarbação e manuseio de chapas e peças metálicas.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar como proteção contra corte por serra elétrica ou equipamentos motorizados.
    • Não utilizar para proteção térmica intensa ou contra chamas.
    • Não usar quando apresentar desgaste excessivo, furos ou ruptura de fibras.

3. Instruções de uso

  • Vestir o mangote assegurando ajuste firme ao braço e antebraço.
  • Certificar-se de que cobre completamente a área de exposição.
  • Utilizar em conjunto com luvas anticorte ou outros EPIs, quando aplicável.

4. Inspeção

  • Verificar desgaste, fios soltos ou rasgos.
  • Checar elasticidade e aderência ao braço.
  • Confirmar ausência de contaminação por óleo, graxa ou substâncias que comprometam as fibras.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Lavar conforme instruções do fabricante, normalmente com água fria e sabão neutro.
  • Secar à sombra, evitando calor excessivo.
  • Guardar em local seco e arejado, protegido contra agentes contaminantes.

Descrição:
Respirador PFF1, PPF2 ou PFF3, com ou sem válvulas, para proteção contra vapores e névoas orgânicas. Proteção das vias respiratórias do usuário contra a inalação de poeiras, névoas, fumos e contra vapores orgânicos. Possui camadas filtrantes sintéticas tratadas por processo eletrostático, camada com carvão ativado e uma válvula de exalação.

Descrição:
Respirador PFF1, PPF2 ou PFF3, com ou sem válvulas, para proteção contra vapores e névoas orgânicas. Proteção das vias respiratórias do usuário contra a inalação de poeiras, névoas, fumos e contra vapores orgânicos. Possui camadas filtrantes sintéticas tratadas por processo eletrostático, camada com carvão ativado e uma válvula de exalação.

Máscara composta de escudo de poliamida ou polipropileno, com carneira de polietileno, com regulagem de tamanho através de ajuste simples ou catraca. Possui visor fixo ou basculante (articulado). Máscara usadas com lentes retangulares 51mmx108mm. Utilizadas para proteção visual e facial dos raios ultravioletas e infravermelhos do arco elétrico.

Máscara composta de escudo de poliamida ou polipropileno, com carneira de polietileno, com regulagem de tamanho através de ajuste simples ou catraca. Possui visor fixo ou basculante (articulado). Máscara usadas com lentes retangulares 51mmx108mm. Utilizadas para proteção visual e facial dos raios ultravioletas e infravermelhos do arco elétrico.

Respirador semifacial descartável, classe PFF2, com ou sem válvula, proteção contra poeiras, névoas não oleosas e fumos. Contém elástico e clipe nasal acoplado para manter o respirador firme e ajustado à face do usuário, auxiliando na vedação e desempenho do respirador. Reutilizável até o fim de sua vida útil (frequência de uso pelo servidor).

Respirador semifacial descartável, classe PFF2, com ou sem válvula, proteção contra poeiras, névoas não oleosas e fumos. Contém elástico e clipe nasal acoplado para manter o respirador firme e ajustado à face do usuário, auxiliando na vedação e desempenho do respirador. Reutilizável até o fim de sua vida útil (frequência de uso pelo servidor).

Equipamento que cobre a boca e o nariz do usuário, proporcionando uma vedação adequada sobre a face. Possui filtro eficiente para a retenção de contaminantes presentes na atmosfera sobre a forma de aerossóis, físicos, químicos e especialmente biológicos. Não estéril, possui 6 camadas, 2 fitas de elástico para fixação, aprovado pelo INMETRO e aceitável a equivalência do filtro N95, certificadas pela Secretaria de Inspeção do Trabalho.

Equipamento que cobre a boca e o nariz do usuário, proporcionando uma vedação adequada sobre a face. Possui filtro eficiente para a retenção de contaminantes presentes na atmosfera sobre a forma de aerossóis, físicos, químicos e especialmente biológicos. Não estéril, possui 6 camadas, 2 fitas de elástico para fixação, aprovado pelo INMETRO e aceitável a equivalência do filtro N95, certificadas pela Secretaria de Inspeção do Trabalho.

Óculos de segurança, modelo ampla-visão, constituídos de armação confeccionada em uma única peça de PVC flexível transparente, com ventilação direta composta de orifícios no modelo perfurado e duas válvulas localizadas na parte inferior e superior da armação para ventilação indireta no modelo valvulado e visor de policarbonato incolor.

Óculos de segurança, modelo ampla-visão, constituídos de armação confeccionada em uma única peça de PVC flexível transparente, com ventilação direta composta de orifícios no modelo perfurado e duas válvulas localizadas na parte inferior e superior da armação para ventilação indireta no modelo valvulado e visor de policarbonato incolor.

Óculos de segurança com armação e hastes (reguláveis) em plástico, visor transparente confeccionado em uma única peça de policarbonato com proteção lateral e maior visão periférica, oferecendo maior visibilidade e proteção contra impactos de partículas volantes frontais, podendo ser de sobrepor (para servidores que usam óculos de grau).

Óculos de segurança com armação e hastes (reguláveis) em plástico, visor transparente confeccionado em uma única peça de policarbonato com proteção lateral e maior visão periférica, oferecendo maior visibilidade e proteção contra impactos de partículas volantes frontais, podendo ser de sobrepor (para servidores que usam óculos de grau).

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
Os óculos escuros de segurança são Equipamentos de Proteção Individual destinados à proteção dos olhos contra luminosidade excessiva, radiação solar (UV), vento, poeira e impactos leves. São confeccionados em lentes de policarbonato com tratamento UV, podendo incluir lentes fumê, espelhadas ou polarizadas, armação resistente e hastes ajustáveis.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
Os óculos escuros de segurança são Equipamentos de Proteção Individual destinados à proteção dos olhos contra luminosidade excessiva, radiação solar (UV), vento, poeira e impactos leves. São confeccionados em lentes de policarbonato com tratamento UV, podendo incluir lentes fumê, espelhadas ou polarizadas, armação resistente e hastes ajustáveis.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Exposição à radiação ultravioleta (UV).
    • Ofuscamento por luminosidade intensa em áreas externas.
    • Poeira leve, vento e partículas não agressivas.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Trabalhadores em áreas externas com exposição solar.
    • Equipes de manutenção, jardinagem e serviços gerais.
    • Motoristas, operadores de máquinas e vigilantes externos.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar como proteção contra radiação laser ou soldagem.
    • Não utilizar quando houver arranhões profundos ou perda de transparência da lente.
    • Não substituir óculos de proteção química ou de alto impacto.

3. Instruções de uso

  • Ajustar as hastes e a ponte nasal para encaixe adequado.
  • Manter as lentes limpas para garantir boa visibilidade.
  • Usar continuamente enquanto estiver em área com risco luminoso ou ambiental.

4. Inspeção

  • Verificar arranhões ou danos nas lentes.
  • Checar firmeza das hastes e encaixes.
  • Confirmar legibilidade da marcação UV nas lentes.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Limpar com pano macio e solução própria para lentes.
  • Guardar em estojo rígido ou local próprio para evitar arranhões.
  • Não deixar exposto ao calor extremo para evitar deformações.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A perneira de segurança com fio de aço é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção das pernas, especialmente contra riscos de corte, perfuração e impacto. É confeccionada em camadas de materiais resistentes, incluindo couro ou tecido sintético reforçado, com malha interna de fios de aço entrelaçados que aumentam a resistência a objetos perfurocortantes. Possui fechamento em velcro, fivelas ou tiras ajustáveis, cobrindo desde o tornozelo até abaixo do joelho.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A perneira de segurança com fio de aço é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção das pernas, especialmente contra riscos de corte, perfuração e impacto. É confeccionada em camadas de materiais resistentes, incluindo couro ou tecido sintético reforçado, com malha interna de fios de aço entrelaçados que aumentam a resistência a objetos perfurocortantes. Possui fechamento em velcro, fivelas ou tiras ajustáveis, cobrindo desde o tornozelo até abaixo do joelho.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Riscos de corte por facões, serrotes, lâminas e ferramentas agrícolas.
    • Perfurações por objetos pontiagudos, galhos e materiais metálicos.
    • Impactos leves durante atividades em campo ou manutenção externa.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Equipes de poda, jardinagem e manejo de vegetação.
    • Trabalhadores rurais e operadores de ferramentas cortantes.
    • Profissionais de manutenção que atuam em áreas com riscos perfurocortantes.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar como proteção contra animais peçonhentos quando não houver certificação específica.
    • Não utilizar quando houver rompimento das camadas internas ou exposição dos fios de aço.
    • Não utilizar como substituto de EPIs para motosserra quando o risco for alto.

3. Instruções de uso

  • Ajustar a perneira ao redor da perna de forma firme, sem causar desconforto.
  • Certificar-se de que o fechamento (velcro, fivelas ou tiras) esteja totalmente preso.
  • Utilizar sempre com botas ou calçados de segurança para proteção complementar.

4. Inspeção

  • Verificar desgaste, rasgos e dano às camadas externas.
  • Checar se os fios de aço internos não estão rompidos ou expostos.
  • Avaliar estado das tiras, velcros ou fivelas.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Limpar com pano úmido e sabão neutro.
  • Secar à sombra e manter em local arejado.
  • Evitar armazenar dobrada de forma que danifique a malha interna de aço.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A perneira de segurança 3/4 é um Equipamento de Proteção Individual desenvolvido para proteção da região inferior das pernas, cobrindo desde o tornozelo até aproximadamente três quartos da altura da canela. É confeccionada em materiais resistentes, como couro, lona reforçada ou polímeros estruturados, podendo incluir camadas antiperfurocortantes e fechamento com velcro, fivelas ou tiras ajustáveis.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A perneira de segurança 3/4 é um Equipamento de Proteção Individual desenvolvido para proteção da região inferior das pernas, cobrindo desde o tornozelo até aproximadamente três quartos da altura da canela. É confeccionada em materiais resistentes, como couro, lona reforçada ou polímeros estruturados, podendo incluir camadas antiperfurocortantes e fechamento com velcro, fivelas ou tiras ajustáveis.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Riscos mecânicos: abrasão, cortes leves e contato com superfícies ásperas.
    • Impactos leves por ferramentas manuais e detritos.
    • Proteção parcial contra objetos perfurocortantes de menor intensidade.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Profissionais de jardinagem e manutenção externa.
    • Trabalhadores de limpeza pesada e manejo de resíduos.
    • Equipes de logística e movimentação de materiais em áreas externas.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar como proteção contra animais peçonhentos sem certificação específica – solicitor no CA.
    • Não utilizar para riscos perfurocortantes severos (ex.: facões, motosserra).
    • Não usar quando apresentar desgaste acentuado, rasgos ou perda da rigidez.

3. Instruções de uso

  • Ajustar firmemente na perna, garantindo cobertura adequada da região protegida.
  • Verificar se o fechamento (velcro, tiras ou fivelas) está totalmente seguro.
  • Utilizar sempre com calçados de segurança, de preferência com cano médio ou alto.

4. Inspeção

  • Verificar rasgos, desgaste e fissuras no material.
  • Checar integridade das costuras e reforços.
  • Confirmar funcionamento adequado de tiras, velcros ou fivelas.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Limpar com pano úmido e sabão neutro após o uso.
  • Secar à sombra e evitar exposição prolongada ao sol.
  • Armazenar em local seco e ventilado, sem dobras excessivas.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O abafador tipo concha é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção do sistema auditivo contra ruídos contínuos ou intermitentes. Consiste em duas conchas rígidas com espumas internas de alta densidade, arco ajustável e vedação anatômica que envolve totalmente a orelha, proporcionando atenuação sonora adequada conforme o Nível de Redução de Ruído (NRRsf).

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O abafador tipo concha é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção do sistema auditivo contra ruídos contínuos ou intermitentes. Consiste em duas conchas rígidas com espumas internas de alta densidade, arco ajustável e vedação anatômica que envolve totalmente a orelha, proporcionando atenuação sonora adequada conforme o Nível de Redução de Ruído (NRRsf).

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Exposição a níveis de pressão sonora acima dos limites de tolerância estabelecidos.
    • Ruídos contínuos, intermitentes ou de impacto provenientes de máquinas e processos industriais.
    • Ambientes com risco de perda auditiva induzida por ruído (PAIR).
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Operadores de máquinas e equipamentos industriais.
    • Equipes de manutenção mecânica e metalúrgica.
    • Trabalhadores em áreas com ruído ambiental elevado, como serralherias, oficinas e linhas de produção.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar quando as vedações estiverem ressecadas, rasgadas ou deformadas.
    • Não utilizar como substituto de protetores auriculares específicos para ruído de impacto extremo.
    • Não utilizar com acessórios metálicos ou objetos que comprometam a vedação.

3. Instruções de uso

  • Ajustar o arco de forma que as conchas cubram totalmente as orelhas, garantindo vedação completa.
  • Posicionar o abafador de modo confortável sem folgas entre a vedação e a pele.
  • Utilizar continuamente durante toda a permanência em áreas ruidosas.

4. Inspeção

  • Verificar integridade das espumas internas e vedações.
  • Checar o arco quanto à firmeza e regulagem.
  • Observar desgaste, trincas ou deformações nas conchas.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Limpar com pano macio e solução suave; evitar solventes.
  • Manter em local seco e protegido do calor excessivo.
  • Substituir vedações periodicamente conforme desgaste ou recomendação do fabricante.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O protetor facial contra arco elétrico Classe 2 é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção do rosto contra os efeitos térmicos e luminosos provenientes do arco elétrico. É composto por visor de policarbonato especial com tratamento antiembaçante e antirrisco, estrutura reforçada, suporte para acoplamento ao capacete dielétrico e, em alguns modelos, colar de proteção adicional contra calor. A Classe 2 indica capacidade de proteção para níveis mais altos de energia incidente conforme ensaios normativos.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
O protetor facial contra arco elétrico Classe 2 é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção do rosto contra os efeitos térmicos e luminosos provenientes do arco elétrico. É composto por visor de policarbonato especial com tratamento antiembaçante e antirrisco, estrutura reforçada, suporte para acoplamento ao capacete dielétrico e, em alguns modelos, colar de proteção adicional contra calor. A Classe 2 indica capacidade de proteção para níveis mais altos de energia incidente conforme ensaios normativos.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Exposição a arco elétrico em painéis e equipamentos energizados.
    • Risco de queimaduras por radiação térmica intensa.
    • Projeção de partículas aquecidas durante falhas elétricas.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Eletricistas de manutenção e operação.
    • Profissionais que atuam em subestações, centros de distribuição e painéis elétricos.
    • Equipes de teste, comissionamento e manobra de equipamentos energizados.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar o protetor desacoplado de capacete dielétrico compatível.
    • Não utilizar quando o visor apresentar trincas, deformações ou perda de transparência.
    • Não substituir vestimentas FR (ATPVs) ou outros EPIs necessários para análise de risco.

3. Instruções de uso

  • Acoplar o protetor facial ao capacete dielétrico conforme instruções do fabricante.
  • Certificar-se de que o visor esteja totalmente abaixado e cobrindo toda a região do rosto.
  • Usar em conjunto com vestimentas FR (ATPV adequado), luvas isolantes e demais EPIs previstos na NR-10.
  • Manter o visor limpo para não prejudicar a visibilidade.

4. Inspeção

  • Verificar arranhões, trincas ou danos no visor.
  • Checar firmeza do mecanismo de acoplamento ao capacete.
  • Observar deformações, manchas esbranquiçadas ou perda de integridade do material.
  • Confirmar legibilidade das marcações do fabricante e da Classe 2.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Limpar o visor com pano macio e solução apropriada para policarbonato.
  • Evitar produtos abrasivos que possam riscar o material.
  • Guardar em estojo ou local protegido de impactos e calor excessivo.
  • Não apoiar o visor diretamente em superfícies ásperas.

O Respirador Reutilizável Semifacial 3M oferece a você ótima relação custo/benefício. É uma peça semifacial fabricada em elastômero de borracha de alta qualidade. Fornecem proteção respiratória contra partículas e uma ampla variedade de gases e vapores quando equipados com filtros e cartuchos.

O Respirador Reutilizável Semifacial 3M oferece a você ótima relação custo/benefício. É uma peça semifacial fabricada em elastômero de borracha de alta qualidade. Fornecem proteção respiratória contra partículas e uma ampla variedade de gases e vapores quando equipados com filtros e cartuchos.

Os filtros combinados (químico classe 1 e mecânico classe p3) são compostos por carvão ativado granulado envolvido por um cartucho plástico. Para contaminantes específicos-multigases: vapores orgânicos, cloro, ácido clorídrico, dióxido de cloro, dióxido de enxofre, sulfeto de hidrogênio (apenas para fuga), amônia/ metilamina, formaldeído e fluoreto de hidrogênio. O carvão ativado também é tratado para que haja absorção química do contaminante, por meio de sua reação com a substância utilizada no tratamento. Cartucho 3M 60926 Multigases+P3.

Respirador semifacial descartável, classe PFF1 (s), modelo dobrável, sem válvula de exalação, formado por filtro com tratamento eletrostático, TNT na parte interna e externa, clip nasal interno em metal revestido de plástico que facilita a vedação, elásticos de látex com regulador.

Respirador semifacial descartável, classe PFF1 (s), modelo dobrável, sem válvula de exalação, formado por filtro com tratamento eletrostático, TNT na parte interna e externa, clip nasal interno em metal revestido de plástico que facilita a vedação, elásticos de látex com regulador.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A sapatilha náutica é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção dos pés em ambientes úmidos, escorregadios ou embarcações. É confeccionada em material impermeável ou hidro-repelente, com solado emborrachado antiderrapante e estrutura leve que permite aderência mesmo em superfícies molhadas. Alguns modelos possuem drenos para escoamento rápido da água, reforços frontais e traseiros e fechamento ajustável.

1. Apresentação do EPI específico – material, construção / confecção
A sapatilha náutica é um Equipamento de Proteção Individual destinado à proteção dos pés em ambientes úmidos, escorregadios ou embarcações. É confeccionada em material impermeável ou hidro-repelente, com solado emborrachado antiderrapante e estrutura leve que permite aderência mesmo em superfícies molhadas. Alguns modelos possuem drenos para escoamento rápido da água, reforços frontais e traseiros e fechamento ajustável.

2. Aplicabilidade

  1. Riscos a serem mitigados
    • Escorregamentos em superfícies molhadas.
    • Impactos leves e abrasão nos pés durante movimentação em embarcações.
    • Contato com água, lama e agentes não agressivos.
  2. Grupos de Exposição Similar gerais que requerem o EPI
    • Trabalhadores em atividades náuticas, manutenção de píeres e marinas.
    • Equipes de limpeza e serviços externos em áreas úmidas.
    • Colaboradores que realizam atividades próximas a espelhos d’água ou ambientes com piso molhado.
  3. Restrições de uso
    • Não utilizar como proteção contra agentes químicos agressivos.
    • Não substituir calçados de segurança quando houver risco de queda de objetos pesados.
    • Não utilizar quando houver rasgos, perda de aderência do solado ou deformações.

3. Instruções de uso

  • Calçar a sapatilha certificando-se de que está bem ajustada ao pé.
  • Verificar antes da atividade se o solado está limpo para manter a aderência.
  • Utilizar sempre em conjunto com outros EPIs exigidos pela atividade.

4. Inspeção

  • Verificar desgaste e rachaduras no solado.
  • Checar integridade do material impermeável.
  • Avaliar fechamento, costuras e possíveis deformações.

5. Higienização, guarda e conservação

  • Lavar com água corrente e sabão neutro após o uso.
  • Secar à sombra e manter em local ventilado.
  • Evitar exposição prolongada ao sol para não ressecar o material.

Calçado ocupacional modelo calçado baixo (sapato) confeccionado em elastômero termoplástico TPE ou cabedal em poliuretano, na cor branca, possui solado em borracha nitrílica antiderrapante. Região do salto totalmente fechada.

Calçado ocupacional modelo calçado baixo (sapato) confeccionado em elastômero termoplástico TPE ou cabedal em poliuretano, na cor branca, possui solado em borracha nitrílica antiderrapante. Região do salto totalmente fechada.

Calçado ocupacional de uso profissional tipo sapato, inteiro impermeável, confeccionado em EVA, fechado na parte do calcanhar e na parte superior, resistente ao frio, solado em EVA com borracha antiderrapante, resistente ao escorregamento em piso cerâmico com solução de detergente e em piso de aço com solução de glicerol, absorção de energia na região do salto, resistente ao óleo combustível, com palmilha interna.

Calçado ocupacional de uso profissional tipo sapato, inteiro impermeável, confeccionado em EVA, fechado na parte do calcanhar e na parte superior, resistente ao frio, solado em EVA com borracha antiderrapante, resistente ao escorregamento em piso cerâmico com solução de detergente e em piso de aço com solução de glicerol, absorção de energia na região do salto, resistente ao óleo combustível, com palmilha interna.

Avental de segurança confeccionado em PVC com forro de poliéster ou em trevira, com tiras soldadas eletronicamente sendo uma no pescoço e duas na cintura com fivela plástica para fechamento.

Avental de segurança confeccionado em PVC com forro de poliéster ou em trevira, com tiras soldadas eletronicamente sendo uma no pescoço e duas na cintura com fivela plástica para fechamento.

Avental de segurança confeccionado em tecido de algodão com tratamento em silicone, ajustável através de tiras do mesmo material, costurado com linha de aramida.

Avental de segurança confeccionado em tecido de algodão com tratamento em silicone, ajustável através de tiras do mesmo material, costurado com linha de aramida.

Equipamentos de Higiene

Jaleco manga longa branco, avental para profissionais, feito no tecido Oxford, 100% poliéster, ou algodão 100%, ou ainda em polialgodão (mistura entre poliéster e algodão). Comprimento curto nas pernas e fechamento frontal com cinto nas costas para ajuste.

Jaleco manga longa branco, avental para profissionais, feito no tecido Oxford, 100% poliéster, ou algodão 100%, ou ainda em polialgodão (mistura entre poliéster e algodão). Comprimento curto nas pernas e fechamento frontal com cinto nas costas para ajuste.

Máscara descartável de uso único com elástico de uso individual, confeccionada em 100% polipropileno. Possui tripla camada com filtro que proporciona uma BFE (eficiência de filtração bacteriana) maior que 95% e clips nasal, composta de 2 camadas de não tecido (TNT) mais o SMS (elemento filtrante) de 40 g/m² (BFE95).

Máscara descartável de uso único com elástico de uso individual, confeccionada em 100% polipropileno. Possui tripla camada com filtro que proporciona uma BFE (eficiência de filtração bacteriana) maior que 95% e clips nasal, composta de 2 camadas de não tecido (TNT) mais o SMS (elemento filtrante) de 40 g/m² (BFE95).

Touca descartável de uso único com elástico, desenvolvida para a inibição de queda de cabelo em áreas onde há necessidade como: hospitais. Fabricada em 100 % Polipropileno, possui elástico revestido com solda por ultrassom. Disponível na cor branca. Tamanho único, não estéril, atóxica e apirogênica.

Touca descartável de uso único com elástico, desenvolvida para a inibição de queda de cabelo em áreas onde há necessidade como: hospitais. Fabricada em 100 % Polipropileno, possui elástico revestido com solda por ultrassom. Disponível na cor branca. Tamanho único, não estéril, atóxica e apirogênica.

Touca descartável de uso único com elástico, desenvolvida para a inibição de queda de cabelo em áreas onde há necessidade como: hospitais. Fabricada em 100 % Polipropileno, possui elástico revestido com solda por ultrassom. Disponível na cor branca. Tamanho único, não estéril, atóxica e apirogênica.